quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Um apelo as lideranças
Em qualquer país, seja ele de primeiro mundo ou não, há quem vista a camisa da esquerda, contra o governo, ou da direita, a favor. O que muda em cada país é o tamanho da manifestação. Em muitos, as pessoas são tratadas de “rebeldes”. Na própria Itália devem tratar assim. Até no Brasil, sem bem na verdade, do que adianta ser rebelde num país que pode tudo?!
Um rebelde pode pagar caro pela sua conduta. Pode pagar multa, pode ser preso, em alguns casos são proibidos de sair do país. E pior, fica marcado na sua biografia.
Na Biblia, encontramos também muitos relatos de pessoas que se rebelaram contra Deus principalmente. Sofreram também suas consequências. O apóstolo Paulo também citou a importância de respeitar a liderança e autoridades. O detalhe é que aí não vemos mais o preço da desobediência. Vemos somente o ensino, a palavra de alguém muito respeitado, aconselhando o povo a andar na maneira correta.
Atualizando o assunto para os dias de hoje, não mais na Itália, nem em Corinto, em nossas igrejas, esse assunto é tratado com muitíssimo cuidado. Qualquer insatisfação de uma pessoa contra um pastor ou líder, já se descrimina ele por achar que está a serviço de Satanás. Que coisa mais INDELICADA achar que chifrudo tá envolvido em tudo que é lugar. Antes da rebeldia, como é tratado toda a ação que vá contra a uma liderança, existe a RACIONALIDADE. Dela provém o senso de tomar decisões.
Agora, o que me espanta hoje na igreja é que existe o CASTIGO para todo e qualquer indivíduo que ir contra a sua liderança. O italiano ainda não foi julgado, nem conhece a sua pena, no Brasil, muito dificilmente alguém sofre muito para pagar pela sua rebelião, agora, no meio da igreja existe. E ainda tem a “torcida adversária” que fica dizendo “bem feito, bem feito…”.
Meu apelo aos que exercem liderança em suas igrejas: sejam mais coerentes ao encarar uma crítica e perdoem aqueles que não saber usufruir do bom uso das palavras. Às vezes saem palavras recheadas de rancor, indignação e tudo o que é tipo de veneno. Deus já perdoou tanta coisa em Sua igreja, porque é que você não pode fazer o mesmo pelo irmão que se manifesta contra. E tem outra: Deus também pode falar através dele.
Num versículo curto, consigo resumir meu apelo e toda a indignação que sinto ao ver injustiça: “examinai tudo, retenha o que for bom.” (1Ts 5.21)
sábado, 17 de outubro de 2009
Sobre azeitonas
Um dia desses, estava eu no restaurante onde diariamente almoço, e haviam servindo azeitonas. Hummm azeitonas... que delícia! E eram ainda azeitonas do tipo “sem caroço”. Que delícia ao cubo! Porque não tem coisa mais inconveniente do que tirar aquele caroço todos roído (e babado!) e ficar naquela indecisão “onde vou pôr isso agora?!” se no local estiver desprovido de “porta caroço de azeitonas”. Pois naquela degustação toda da azeitona, no meio de tanta comida e pessoas naquele restaurante, foi que pensei que isso daria uma boa reflexão.

Ainda não inventaram azeitona sem caroço. Deus quis fazer a azeitona e colocou um pequeno caroço no meio. Foi assim que Ele fez com o abacate, a ameixa, o pêssego e uma porção de outros frutos. O ser humano, como sempre descontente com a criação do Criador, tratou de industrializar essa espécie tirando o seu caroço. Ora, tempos atrás vi que inventaram a melancia quadrada. Acharam que para fins comerciais, ela seria melhor vendida nesse formato. Mas nesse caso foi alterado o seu código genético e conseguiram fazer com que nos pés de melancia sairia a fruta num formado que julgaram se adequado. Mas note que precisaram mexer no mais interior dos lugares da melancia para obter resultado. Voltando a primeira fruta (nesse momento vou ao Google pesquisar se azeitona é realmente fruta ou outra coisa) o homem conseguiu ter a capacidade de tirar a semente, mas não dar origem nela sem caroço, isso se nesse meio tempo que estou escrevendo um tal cientista inglês (sempre eles!) não fez esse invento.
Em nossa “cultura ministerial” acontece o mesmo. Estamos servindo a Deus, com alegria, colhendo vários frutos e começamos a nos queixar de algumas coisas, dos caroços. Ficamos reclamando se a igreja não dá mais estrutura para o grupo de louvor, reclamamos se o grupo foi abençoado com um violão de marca tal, mas gostariam de um outro. Há pessoas reclamando até do microfone que está a disposição para cantar,mas do que adianta isso se sua voz não ajuda! Esquecemos de que estamos ali para servir ao Criador de tudo e de nossas vidas, que deu o Seu único filho para morrer por nós e que nossa tarefa é levar o evangelho adiante, seja por meio da música ou qualquer outro.
Em Apocalipse 1.4 e 5, vemos um dos famosos versos que mais nos exorta na Bíblia dizendo para voltar as práticas das primeiras obras. Lá quando não nos preocupávamos com a marca do teclado, a potência da caixa de som, do tipo de microfone que nos colocaram. Se caso você sempre foi preocupado com isso, de nada vai adiantar ler esse texto porque talvez, sou muito fraco para chegar a sua “poderosa capacidade”, mas caso você se identifique com esse versículo, é interessante você voltar a fazer aquilo que Deus te capacitava a fazer no início do teu ministério. Pense um pouco mais na azeitona, no seu caroço, na sua vida e, principalmente, nas suas reclamações. Será que o caroço é tão duro mesmo? Incomoda tanto? Lembre-se de qual é o real motivo de você estar participando de um ministério. Pense um pouco mais na azeitona, delicie-se, coloque sua vida na presença de Deus e aprecie os frutos que você irá colher. E lembre-se: se nos determos a reter apenas o delicioso sabor do fruto da obra do Senhor, o caroço será apenas um detalhe, algo tão pequeno e dispensável que facilmente o depositaremos no “porta-caroços celeste”, os pés da cruz.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Deus é bom!
Cá estou eu testando mais uma das funcionalidades do novo brinquedo que comprei para abençoar a minha vida e a vida da minha esposa. Com muito suor do nosso trabalho, estamos com um laptop em casa. Temos esperança de que será uma bênção pra nós!
Depois que botei na cabeça a idéia de escrever mais e transmitir o que tenho em meus pensamentos, não era nada trabalhoso entrar no navegador do micro, acessar minha conta do blog e deixar ali um novo texto. Tenho ao meu dispor até uma ferramentar que encaminha através de um endereço de e-mail, minhas mensagens para esse blog. Nesse novo brinquedinho, tem um tal de “dock” na parte superior da tela, onde encontra-se um ícone “internet” e ali tem uma janelinha escrito “meu blog”. Uau! Cada facilidade. Eu clico ali, abre uma janela com um novo tópico para digitar e pronto! O texto já está na rede! É claro que daqui uns tempos isso será via comando de voz e até o texto não será mais preciso digitar, basta falar!
É impressionante como temos ferramentas que facilitam o nosso dia-a-dia. Toco novamente nesse assunto porque estou impressionado com essa nova facilidade que descobri. E pensar que bem antes disso, Deus já fazia há muito tempo para mim e para você que está lendo, suas bênçãos, dons, talentos, tudo deixou a nossa disposição. Por exemplo, os dons do Espírito Santo Ele deu a igreja para que ela ministrasse o Seu poder na terra. Não é somente para poucos esse presente, é para quem está disposto a pagar o preço para ver Sua igreja com poder.
A cada criança que nasce, Deus separou um dom para ela. Ou mais. Eu você também saímos do ventre de nossa mãe capacitados com algum dom. Cabe a nós a tarefa de exercitar ou guardar e esquecê-lo.
Ponha sua vida na presença de Deus e peça a Ele que avive o seu dom.
“Por esta razão, pois, te admoesto que reavives o dom de Deus que há em ti pela imposição das minhas mãos. Porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação.” (2Tm 1.6,7)
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Os profetas (por Ricardo Gondim)
Os profetas marcaram a história judaica por se oporem ao cerimonialismo religioso sustentado pela lógica sacrificial e pelo peleguismo sacerdotal. Eles forneceram conteúdos éticos à consciência política e ao tecido social. Os profetas encararam o rei para defender viúvas pobres. Amargaram a pobreza para denunciar desvios morais entre o povo.
Os profetas eram moscas que atrapalhavam a sala do perfumista corrupto; suas palavras, martelos que despedaçavam corações de pedra; seus olhos, faíscas do fogo consumidor da justiça. Se vidas corriam perigo, não temiam descer em fossas fétidas. Não havia dinheiro que os comprasse. Os profetas desmascaravam personagens que ritualizavam a espiritualidade, desdouravam promessas de paz e caminhavam na contramão do sucesso.
Os profetas detectavam os blefes do jogo do poder. De dedo em riste, saiam do palácio para clamar no deserto. Mesmo sabendo que não seriam ouvidos, insistiam em prenunciar os despenhadeiros que a falta de amor abria. Prometiam trevas pela falta de ética e morte pelo egoismo. Desprezados em vida, precisaram esperar que o futuro lhes desse razão. Mas mesmo assim perseveram sob ameaça de assassinato e ostracismo.
Os profetas sentiram as dores divinas. Percebendo que a história descambava, se colocavam na brecha. Vendo que os acontecimentos fugiam do controle divino, vociferavam maldições. Os profetas sofriam, indignados com a banalização da vida e com a morte desnecessária de inocentes. Mais que porta-vozes do além, encarnavam o coração paterno de Deus.
Os profetas foram sentinelas nas muralhas que protegiam as cidades, bússulas na incipiente ética primitiva, faróis da esperança futura. Israel deve a eles sua permanência histórica mesmo tendo sido considerado uma Sodoma e se mostrado mais vil que os povos inumanos que o rodeavam. O judeu só não desapareceu como esterco da história devido a Isaías, Ezequiel, Oséias e outros.
Os profetas continuam necessários. Sem eles, as pedras clamam, Deus não fala, o futuro inexiste, toda a perspectiva se esgarça e o inferno se viabiliza. Nunca se precisou tanto deles, principalmente, agora, nesse protestantismo cooptado pelo mercado e instrumentalizado pela ganância.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Motivação
Segundo algumas fontes, lá pelos anos 50, cientistas foram até a África do Sul trazer algumas espécies de abelhas que mais tarde seriam apelidadas de "abelhas africanas" (original, não?!). Trouxeram com a intenção de aumentar a produção de mel aqui no Brasil, mas por um descuido, deixaram algumas escapar. Tinha que ser um brasileiro! Com sua "boa" intenção para produzir mais mel, no fim das contas, criou um enorme problema para países vizinhos e inclusive o nosso. Esse exemplar da espécie é mais agressiva e um enxame pode até matar uma pessoa.
Foi com boas intenções que vimos o rei Davi querer trazer a Arca da Promessa de Quiriate-Jearim para Israel. Mas nesse "transporte" haveria alguns cuidados que deveria ser tomado com a Arca. Não era de qualquer jeito. Não era para ser por qualquer transportadora! Havia uma lei acerca disso e ainda mais quando Uzá estendeu a mão para não deixar cair da carroça. Como uma pessoa impura poderia tocar naquele "objeto" que traduzia a presença de Deus?! Mais uma vez vemos uma "boa intenção"!
Nesse vídeo acima, quer seja ele verídico ou não, vemos um homem pregando a Palavra de Deus. Do jeito dele, na limitação dele, porém com uma vontade de pregar. Vamos imaginar que esse homem realmente exista e que nessa pregação esteja uma igreja lotada de pessoas ou numa praça em frente a uma multidão de pessoas. Imagina se esse homem era um viciado, moribundo, qua não tinha nenhuma esperança, semi-analfabeto e Deus coloca uma Palavra no seu coração para pregar. Imagino EU que esse homem teve a oportunidade de anunciar as Boas-novas e do jeito que saiu as palavras, pregou. Que BOA INTENÇÃO e a SUA MOTIVAÇÃO foi essa: que Cristo morreu por ele, fez um milagra em sua vida e quer que isso se repita na vida de todos aqueles que o escutarem pregrando.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Acomodado e depois INcomodado
Alguns "gênios" acreditam que qualquer coisa que escrevem é "ARTIGO"! De fato é bonito a palavra "artigo", soa como se a pessoa é conhecedora exímia do assunto e já elaborou até teses sobre ela. Mas não, há um exagero nas pessoas em "auto-intitularem" ou "intitulam" alguma coisa (apelidam num bom português) para dar mais importância. Tanto é que saí da condição de ACOMODADO para INCOMODADO. Mas pra que eu irei me incomodar com algumas coisas que ando vendo?!
Um moda antiga nas igrejas é "intitularem" ADORADORES somente quem é participante do grupo de louvor do local. Pobre dos irmão que cuidam dos carro, pois esses não são adoradores?! Pecaram será tanto na vida que sobrou os carros para eles cuidarem?! Que horror... desses irmão que "eletisaram" (é com "s"?!) a classe! E que Deus abençôe os guardadores de carros, os irmão recepcionistas, a tia do lanche, e etc.
Agora, nesses dias, um "orkutiano" me adicionoo. Aliás, quis me adicionar! Não irei citar o "cargo" que ele ocupa (não é "pastor") porque até então não ouvia falar nisso. É como se vocês abastecesse o carro e a pessoa que te atende saudasse assim "olá, eu sou o FRENTISTA fulano..." vê se pode uma coisa dessas. Esse cidadão do orkut, sem dúvida é um homem de Deus, inventou um título e pôs ali "TÍTULO fulano quer ser seu amigo". Tá louco?! Daí terei que chamá-lo assim todas as vezes que for dirigir uma palavra?!
Para quem leu as palavras acima (e conseguiu chegar até aqui!) muito prazer, meu apelido é IRMÃO e não me INCOMODO de jeito nenhum se você me chamar somente pelo meu nome!
"Louvem o nome do SENHOR, pois só o seu nome é exaltado; a sua glória está sobre a terra e o céu." (Sl 148.3)
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Princípios para uma ministração abençoada
Temos aqui um tema que requer de nós especial atenção. Para alguns, trata-se de um terreno desconhecido. E mesmo para aqueles que têm algum conhecimento, sempre será um desafio novo. Cada culto é uma experiência nova, de onde extraímos lições que vão nos moldando e formando em nós o perfil de verdadeiros adoradores, que em função desse aprendizado, vão sendo confirmados como ministros diante da congregação.
A ministração do louvor exige total responsabilidade, entrega e dedicação, daí o fato de que se trata de um ministério, e ministério com peso pastoral. A administração desse serviço se faz garantir através de princípios divinos que devemos encarnar, praticar e deles depender sempre. Esses princípios nos livram da mediocridade e contribuem para que busquemos a excelência nesse ministério, em louvor ao nosso Deus! (Fl 1:10-11).
Sensibilidade - Salmos 43:3
Sensibilidade fala de percepção, de revelação, de ter luz. É uma ferramenta essencial, pois facilita em muito a nossa tarefa. É indispensável no momento do culto, na relação que temos com o Espírito, com os músicos e com as pessoas em geral.
Dependência do Espírito - Efésios 5:18
É dependência geral, total e irrestrita. Paulo diz que onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade (II Co 3:17). O dirigente deve ganhar a visão de que o culto é do Espírito Santo e Ele sabe o que é melhor para cada pessoa (Rm 8:26-27). Ele indica o cântico, a frase, a oração a ser feita, enfim, tudo.
Inspiração (Palavra de Deus) - Salmos 22:25
O dirigente sempre precisa estar inspirado. A inspiração nasce do nosso tempo diário com Deus (Sl 34:1). A fonte principal é a Palavra. Quanto mais Palavra eu tiver, mais inspirado serei (Cl 3:16).
Expressão - Gálatas 5:22
A Palavra diz que o coração alegre aformoseia o rosto (Pv 15:13). O fruto do Espírito produz amor, paz, alegria etc. O dirigente deve meditar naquilo que canta. Esse exercício constante resulta numa expressão de vida abundante.
Segurança (saber o que fazer) - II Coríntios 3:4-6
A congregação espera que o dirigente a conduza na ministração. É como o motorista de um coletivo cheio de pessoas. Todos esperam que ele tenha conhecimento do que faz e possam assim chegar ao seu destino.
Identificação (sacerdote) - Hebreus 5:1
O dirigente é um sacerdote, um intermediário entre Deus e os homens. Portanto, deve estar profundamente identificado com os interesses do Senhor e dos homens.
O ministério de Jesus - Hebreus 2:12. O dirigente deve ter a visão de que Jesus está em meio à congregação cantando louvores. Deus habita no meio dos louvores do seu povo (Sl 22:3).
Se estivermos atentos a estes princípios, colheremos resultados surpreendentes do nosso trabalho. A igreja será abençoada, edificada, e o Senhor glorificado junto ao seu povo. Deus abençoe!
(Ronaldo Bezerra)
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Insegurança
Talvez essas duas palavras "medo" e "insegurança" andam juntas nos dias de hoje. Estão casadas! Não se desgrudam. Lembrou dessas palavras, lembrou também de acontecimentos que abalam nossa confiança, como é o caso recente do voo do avião que caiu no Atlântico. E daí sempre vem as perguntas "ainda é seguro andar de avião?", "será que não devo ir de carro?", "esse Foker não é aquele que...".
Assim também são nossas experiências em outras áreas da vida. Pegarei o exemplo da área ministerial. Como ficamos preocupados se as coisas irão dar certo, sem margem de erro e a reação que irá dar nas pessoas, principalmente das que estão em nossa volta. "Será que vou saber fazer?", "o que vão achar de mim?", "ai! Tô nervoso! Que dor de barriga!" e por aí vai nossa lista de exclamações.
Seria bom, aliás, quase sempre temos, a oportunidade do "teste". É aquela oportunidade para tu saber como tu sai numa determinada tarefa, como pregar, ministrar, tocar, dirigir um grupo, executar um trabalho ministerial. A maioria das vezes ficamos pensando na reação das pessoas. Não vou bater muito nessa tecla, pois já lemos, ouvimos e assistimos uma porção de vezes pregações a respeito. A verdade é que esquecemos do que diz na Palavra que "nosso Deus vê em secreto", como Jesus nos ensina a dar esmola, quando nos ensina a orar e a jejuar (Mt 6.4, 6, 18). Aliás, Deus não é visível, está em secreto, em nosso coração, então não deveria ser mais fácil TER CORAGEM? Quando falamos em "intenção", logo não nos referimos ao nosso coração? Para quem você entregou o seu coração? Onde devemos guardar a Palavra? De onde é gerado nossas intenções? Se você respondeu essa perguntas pra si, então responda mais essa: porque tanto medo e inseguraça?
Vai na fé, meu irmão!
(Jo 3.30)